Sábado, 23 de Outubro de 2021

WLADIMYR VIDEIRA

wvideira@tvopcao.com

Produtor e Comunicador


Publicada em 21/08/2021
5 curiosidades sobre David Bowie, o eterno camaleão do Rock

por WLADIMYR VIDEIRA

5 curiosidades sobre o eterno camaleão do Rock David Bowie

1 - O sobrenome ‘Bowie’

Nascido David Robert Jones, Bowie escolheu seu sobrenome artístico em referência a uma marca de facas. Além de gostar da forma que o sobrenome soa, Bowie temia que, ao usar o nome de batismo, o confundissem com o também músico David Jones, da banda The Monkees. 

2 - O Raio de David Bowie

O raio, certamente, é uma das características mais marcantes de Bowie. Sua primeira aparição foi no disco Aladdin Sane, de 1973. Na capa do álbum, o rosto de Bowie está coberto por um raio que o divide ao meio. O trocadilho é que o nome do álbum pode ser traduzido como “terra insana”, e o mesmo teria sido produzido por uma das personagens polêmicas de Bowie, Ziggy Stardust. Ziggy estaria dividido entre a vida na Grã-Bretanha e na América do Norte, assim como o rosto de Bowie partido ao meio na capa. 

3 - Um não-cavaleiro

Bowie recusou ser nomeado “Sir” pela coroa britânica em 2003. O título de cavaleiro da rainha é uma das mais altas honrarias que um cidadão do Reino Unido pode receber. Bowie não se curvou a rainha e mais tarde declarou sobre o título: “não sei para que serve”.

4 - Pupilas dilatadas

Muito se diz sobre a cor dos olhos do músico. A ideia de que Bowie possui heterocromia, condição em que os olhos possuem cores diferentes, é muito difundida ao redor do mundo; mas não é verdade. O fato é que, na adolescência, o camaleão do rock se envolveu em uma briga no colégio, levando um soco no olho esquerdo.

O golpe forte fez com que Bowie tivesse de realizar diversas cirurgias, mas nunca recuperou totalmente a visão. O músico acabou desenvolvendo anisocoria, condição em que uma das pupilas é mais dilatada que a outra e impede que a íris reflita a mesma cor nos dois olhos.

5 - Provedor de internet

Em 1998, acreditando no potencial da internet, Bowie lançou seu próprio provedor. A BowieNet oferecia uma série de vantagens aos fãs do cantor e chegou a ter 100 mil clientes, que, aos poucos, foram abandonando o provedor de internet discada e abraçando a banda larga.

 

Em breve trago mais novidades..  Até a próxima !!






Publicada em 20/08/2021
A ARTE DE TIM MAIA

por WLADIMYR VIDEIRA


Tim Maia (1942-1998), nome artístico de Sebastião Rodrigues Maia, nasceu no Rio de Janeiro, no bairro da Tijuca, no dia 28 de setembro de 1942. Caçula de doze irmãos, quando criança, ajudava a família entregando marmitas. Com oito anos cantava no coral da Igreja. Em 1957 criou o grupo “The Sputniks”, formado por Roberto Carlos e outros cantores.

No início, integrou uma banda de Twist, depois foi convidado pelo músico americano Roger Bruno, para se juntar ao “Ideals”. Tim ficou responsável pela harmonia e pela guitarra. A banda lançou um único disco, com as músicas “New Love” (parceria de Tim com Roger) e Go Ahead and Cry. Rebelde, Tim Maia passou a praticar pequenas transgressões: pulava a catraca do trem e furtava comida no supermercado. Passou seis meses na prisão e em 1964 foi deportado do país.

Em 1970, gravou seu primeiro LP, “Tim Maia”, que fez sucesso com as músicas “Azul da Cor do Mar”, “Coronel Antônio Bento”, “Primavera” e “Eu Amo Você”. Em 1971, lançou “Tim Maia”, que fez sucesso com “Não Quero Dinheiro, Só Quero Amar”, uma canção dançante de sua autoria, “Não Vou Ficar” e “Preciso Aprender a Ser Só”. Em 1975, lançou “Rational Culture”, que fez parte da fase mística do cantor, quando ele se filiou à seita, Universo em Desencanto.

Com histórico de atritos com as gravadoras, foi um dos primeiros artistas a lançar seu próprio selo “Seroma”, que depois virou a gravadora “Vitória Régia”. Com ela lançou “Que Beleza”, “Descobridor dos Sete Mares”, “Me Dê Motivo” etc.

Com seu comportamento polêmico, faltou a shows e entrevistas e se queixava do sistema de som dos locais em que se apresentava. Os pedidos de “mais grave, mais agudo, mais retorno” viraram rotina, pois ele repetia em todas as apresentações. Envolvido com álcool e drogas, vivia com a saúde debilitada. Durante uma apresentação, no dia 8 de março de 1998, no Teatro Municipal de Niterói, passando mal, retirou-se do palco e foi levado para o hospital.

Tim Maia faleceu em Niterói, no Rio de Janeiro, no dia 15 de março de 1998.





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